CEO Clínica, Centro de Excelência em Oftalmologia

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Tratamentos

Cirurgia da Catarata

A cirurgia de catarata é o procedimento cirúrgico mais realizado em todo o mundo. A cirurgia evoluiu consideravelmente nos últimos 50 anos, sendo realizada hoje com anestesia tópica por microincisão (menor que 2 mm), o que proporciona segurança e rápida recuperação visual.

Geralmente um olho é operado de cada vez. O procedimento tem duração média de 20 minutos, entretanto, entre o preparo para a cirurgia e a alta do paciente  o mesmo deve permanecer em média 2 a 3 horas na clínica. Ao chegar à clinica o paciente será encaminhado ao centro cirúrgico onde serão instiladas colírios antibióticos e midriáticos (para dilatação da pupila). Uma sedação leve, por via endovenosa, será realizada pelo anestesista. A anestesia habitualmente utilizada é a tópica, por meio de um gel anestésico, sem a necessidade de bloqueio (injeção) periocular. A cirurgia é realizada por uma pequena incisão menor que 2 mm, por onde se penetra com uma caneta de ultra-som dentro do olho, para quebrar e fragmentar a catarata em pequenos pedaços que serão aspirados.  Após a remoção completa da catarata, uma lente intraocular dobrável entra pela pequena incisão e “abre” dentro do olho, substituindo assim a lente natural (cristalino) opaca. Após este passo, instila-se colírios antibióticos e uma concha acrílica é colocada para proteção do olho operado.

Após a cirurgia

Logo apos o procedimento o paciente fica por um curto período na sala de recuperação e é liberado para fazer um lanche leve. É normal uma sensação de corpo estranho no olho operado logo após a cirurgia que tende a melhorar progressivamente com o uso dos colírios no período pós-operatório. Habitualmente o primeiro retorno após a cirurgia é realizado no mesmo dia da cirurgia, à tarde.

Recuperação visual

A recuperação visual geralmente é rápida e frequentemente os pacientes referem significativa melhora da visão na primeira revisão pós-operatória. Algumas vezes a visão pode estar borrada por 1 a 2 dias e tende a melhorar rapidamente com o uso dos colírios. 


Lentes Intraoculares Multifocais 

A solução para os pacientes que desejam diminuir a dependência de óculos é o implante de lentes bifocais ou trifocais. A equipe do CEO tem larga experiência com o uso destes tipos de lentes, sendo uma das primeiras clínicas do Brasil (a primeira de Minas Gerais) a utilizar as lentes intraoculares trifocais. O sucesso com a utilização destas lentes requer atenção a vários detalhes no pré-operatório e intra-operatório, alem de grande experiência do cirurgião para se obter o sucesso.


Embora chamadas de multifocais, muitas lentes intraoculares em uso atualmente são na verdade BIFOCAIS – proporcionando visão para longe e perto somente. Para visão intermediária (computador), frequentemente os óculos são necessários. As lentes TRIFOCAIS são as lentes verdadeiramente multifocais, pois proporcionam também visão intermediária, alem da visão de longe e perto.



Para se obter o sucesso com estas lentes, eliminando a necessidade de uso de óculos apos a cirurgia (ou diminuindo a dependência do uso de óculos), é importante o máximo de acurácia nas medidas de estruturas oculares através de exames complementares (IOL Master e Galilei). O IOL Master é um sofisticado equipamento que permite o cálculo da lente intraocular com máxima precisão, a fim de que o grau residual pós-operatório fique o mais próximo possível de zero. O Galilei é um tomógrafo de córnea que permite o estudo da superfície da córnea, aberrações corneanas e do ângulo kappa, dados indispensáveis para o implante de lentes multifocais.


Lentes Intraoculares Tóricas 

As lentes intraoculares tóricas são utilizadas para correção de astigmatismo na cirurgia de catarata. As lentes tóricas apresentam maior poder em determinada região da lente para correção do astigmatismo e consequentemente da visão para longe. Devido à diferença no poder da lente em áreas diferentes, a correção do astigmatismo necessita que a lente seja posicionada em uma posição específica. As lentes tóricas proporcionam correção do astigmatismo e da visão para longe, mas o paciente ainda assim necessitará do uso de correção visual (óculos) para perto.

Medidas precisas da curvatura da córnea, mapa topográfico da córnea e comprimento do olho são necessárias para se ter um cálculo acurado da lente intraocular e orientação da mesma durante a cirurgia.

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